quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Fotos em dívida

 
 Jantar de Natal
 
 
Visita à Baixa Lisboeta
 

 Primos
 
 
Aniversário M em Portugal
 
 
 
Aniversário M no Equador

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Consciência política

A nossa M, acabada de fazer cinco anos, apresenta já uma certa consciência política. Senão, atentem no episódio que decorreu esta tarde no carro.
Estavamos a caminho da escola, para ir buscar a C, quando na rádio começa uma emissão da campanha eleitoral para as eleições presidenciais, que terão lugar no próximo dia dezassete de Fevereiro. A dada altura o candidato refere que quer ser o novo presidente e isso chamou a atenção da M, que perguntou:
- Um novo presidente?
- Sim, em breve as pessoas do Equador vão escolher se querem continuar com este presidente (Rafael Correa) um se querem um novo presidente - respondi eu.
A M disse de imediato: - Eu quero um novo Correa que nos dê vacaciones de navidad!
Assim é que é, a moça não ficou nada satisfeita com a alteração do calendário lectivo( foram retiradas as férias do Natal e da Páscoa, substituidos os trimestres por quimestres e, por isso, os alunos terão férias nas duas primeiras semanas de Fevereiro - ridículo!)  e se pudesse votaria num candidato que lhe garantisse um calendário lectivo aceitável.

quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Azelhices

Segundo consta, uma vizinha da nossa urbanização necessitava cortar uma árvore muito grande e contratou uma equipa de trabalhadores e uma máquina para o fazer. Deveria ser uma árvore tão especial ou a equipa de trabalhadores era tão azelha, que conseguiram partir a manilha que fornece a água a toda a urbanização. Resultado: duzentas e vinte e sete casas sem água e sem qualquer espécie de aviso.
Quando me apercebi que não tinhamos água, depois de verificar tudo o que é possível, telefonei para a companhia das águas que me explicou o que sucedera. Explicou-me também que só amanhã poderão resolver o problema pois não tinham uma manilha para substituir a que se partiu. Como é possível, se eles são a companhia encarregue de fornecer água a toda a população. Se eles não têm o material, quem o terá?!
Para ajudar à festa, a cisterna de que dispomos e que deveria ajudar-nos nestas situações, não pode fazê-lo porque a bomba não está a funcionar. Como muito raramente a utilizamos não nos tínhamos apercebido. Além disso o nível de água está baixo o que significa que a bomba poderá ter desferrado. Se calhar também fazemos parte deste imenso grupo de azelhas!
Acabámos por ter de tirar água com um balde e uma corda da cisterna para as necessidades básicas e dei banho às manas em casa de uma amiga em cujas torneiras corria um ténue fio de água oriundo da cisterna dela que está a funcionar. Vamos ver se amanhã cumprem a promessa ou se teremos de recorrer ao cordel e ao balde outra vez!

segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

Inverno

Acabo de ver no Sapo algumas imagens sobre o mau tempo que assolou o nosso país este fim de semana. Como por estes lados tem estado um calor imenso, com direito a escaldão nas costas no Sábado (depois de uma ida à piscina), vou pedir ao São Pedro se me permite enviar um pouco deste Inverno solarengo para esse lado do mundo - há que partilhar as coisas boas da vida!

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Missão cumprida e comprida

A festa de aniversário da M consistiu em várias horas de muita brincadeira, muitos pulos e reboladelas no insuflável, muitas gargalhadas e gritos de alegria, expressões faciais de espanto e admiração perante os truques do mágico, muitas mães e pais a conversar tranquilamente e de barriga cheia perante as delíciosas sobremesas e salgados portugueses. Avaliação final: tarefa concluída e bem sucedida.
 
Sobrevivemos a mais uma ronda de festividades e durante alguns meses descansaremos de tais afazeres. Claro que na noite de Sábado, eu e o P, estoirados, adormecemos no sofá por volta das nove e meia e foram as manas que nos acordaram quando terminou o filme que insistiram ver até ao fim!
 
Como tenho alguma dificuldade em estar parada, esta semana  resolvi começar a preparar o ninho para a chegada do nosso bebé, ou seja, comecei a lavar as roupinhas, mantas, lençois e afins. Eu sei que ainda faltam onze semanas para a data prevista, mas mais vale fazer tudo com tempo e esperar calmamente que chegue o dia. ;)
 
 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Pai Natal

Este ano o Pai Natal foi muito generoso comigo: permitiu-me viajar para junto das minhas pessoas e trouxe-me presentes que me encheram as medidas. Destaco o novo Cd da Ana Moura, intitulado "Desfado", que tenho vindo a ouvir e a adorar. Canções lindas, compostas por grandes compositores, com uma sensibilidade extraordinária a que se juntam letras com muito significado. Que prazer enorme percorrer estas estradas quiteñas ao som de uma voz tão especial, que me vai dizendo palavras que falam da saudade, da alma portuguesa, de sentimentos nobres como o amor, entre outras coisas.
Recomendo um pulo ao You Tube onde se pode ouvir uma boa parte do Cd e para aguçar a curiosidade deixo-vos o link do "Fado Alado", da autoria de Pedro Abrunhosa (definitivamente uma das minhas preferidas!)

http://www.youtube.com/watch?v=IUp089XsDPI



P.S. Sábado encerraremos o capítulo das festas de aniversário durante algum tempo, já que celebraremos, pela segunda vez, o aniversário da M. Vinte e seis dos colegas e amiguinhos já confirmaram que estarão presentes, por isso amanhã toca a arregaçar as mangas e cozinhar para toda essa gente. Apenas peço sol e muita alegria!

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Já fomos e já viemos

Com a mesma rapidez com que pronunciamos a expressão "já fomos e já viemos", decorreu a nossa estadia em Portugal. Soube bem, mas soube a pouco!
Entre celebrações de Natal, aniversários e Ano Novo, conseguimos passar muito tempo sobretudo com a família. Com os amigos foi um pouco mais a correr, mas valeu a pena. Se fizermos as contas, passámos cinco dias em festas, três dias a cozinhar para as festas, o que totaliza oito dias. Se os subtrairmos aos catorze que passámos em terras lusas, sobram seis :(. Ainda assim, conseguimos mostrar às pequenas um pouco do centro histórico de Lisboa, cujo ponto alto foi a visita ao Castelo de São Jorge, precedido de uma típica viagem no eléctrico 28.
A viagem de regresso foi um pouco mais cansativa do que a de ida,  pois decorreu durante o dia, o que faz com que durmamos menos. As manas apenas dormiram entre Lisboa e Madrid, mas na viagem de onze horas e meia entre Madrid e Quito não pregaram olho. Claro que à noite estavam podres! Eu e o P fomos passando pelas brasas, mas os períodos de descanso foram sempre curtos. Quando chegámos a casa e tirei (finalmente) as meias de descanso, pude observar um fenómeno típico da gravidez: as minhas pernas estavam inchadíssimas, os meus pés pareciam botas e as mãos começaram também a inchar. Quando fui dormir não estava podre, estava quase a entrar em estado de decomposição!
 
Até o bebé nascer penso que o capítulo viagens permanecerá encerrado, pois esta foi uma missão cumprida, mas dorida!