Ontem, no final da quarta festa de aniversário destas duas semanas loucas, quando fui buscar a C à escola fui presentada com uma surpresa bastante inesperada, perdoem-me o pleonasmo. A C não conseguia andar, coxeava e acabei por ter de levá-la às cavalitas até ao carro. Durante o intervalo da manhã, enquanto jogava futebol, torcera o pé. Puseram-lhe gelo, ligaram-lhe o tornozelo, mas continuava a doer-lhe.
Em casa voltei a pôr gelo sobre o tornozelo, sentei-a no sofá, canal favorito, repouso absoluto. Uma hora depois as dores agudizaram-se, tornando-se insuportáveis, o pé cada vez mais inchado e a C em pânico. Fomos para o hospital.
Três horas mais tarde, depois de radiografias, analgésicos, mais gelo e uma longa espera, regressámos a casa com o diagnóstico: ruptura de ligamentos no tornozelo.
Pé e meia perna engessada durante uma semana, seguindo-se algumas sessões de fisioterapia.
Apesar de não ser uma boa notícia, é óptimo que não esteja partido, que ela não tenha dores, que possa caminhar, ir à escola e que tudo se resolverá mesmo a tempo das nossas tão desejadas férias em Portugal.
Esta tarde, depois de regressar da escola, eu e a M começamos a decorar o gesso. A M fez um pequeno desenho, que segundo ela é um dinossauro e eu escrevi-lhe uma mensagem com corações, "bem lamechas, como o amor deve ser", como dizem os Da Weasel. Lol!
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