Depois de quatro dias na praia, na zona de Manta, na costa Equatoriana, a minha grande conclusão é que gosto mais do nosso Algarve!
Eu sei que não estamos no Caribe, com praias e areia branca e fina, com águas transparentes, em vários tons de azul. Também sei que o facto de o sol não ter dado um ar da sua graça, não contribuiu em absoluto.
As praias que visitámos têm areia escura, devido às cinzas dos vulcões e não é possível ver o fundo do mar por causa da cor da areia. Claro que a temperatura da água é excelente, corresponde a um verdadeiro dia de sopa no sul do nosso país, contudo as praias estão num estado ou demasiado selvagem ou muito pouco cuidadas em termos de limpeza e isso, confesso, que me choca.
Ainda há muita costa para descobrirmos e obviamente que estes quatro dias foram aproveitados ao máximo, com muitos mergulhos, muitas boleias de ondas, muita piscina, boa companhia e comida a condizer.
A aventura começou logo na viagem de ida num avião que faz lembrar um daqueles filmes em que um avião semelhante a este acaba por despenhar-se numa ilha isolada e os sobreviventes passam por uma série de peripécias até serem salvos.
Eu sei que não estamos no Caribe, com praias e areia branca e fina, com águas transparentes, em vários tons de azul. Também sei que o facto de o sol não ter dado um ar da sua graça, não contribuiu em absoluto.
As praias que visitámos têm areia escura, devido às cinzas dos vulcões e não é possível ver o fundo do mar por causa da cor da areia. Claro que a temperatura da água é excelente, corresponde a um verdadeiro dia de sopa no sul do nosso país, contudo as praias estão num estado ou demasiado selvagem ou muito pouco cuidadas em termos de limpeza e isso, confesso, que me choca.
Ainda há muita costa para descobrirmos e obviamente que estes quatro dias foram aproveitados ao máximo, com muitos mergulhos, muitas boleias de ondas, muita piscina, boa companhia e comida a condizer.
A aventura começou logo na viagem de ida num avião que faz lembrar um daqueles filmes em que um avião semelhante a este acaba por despenhar-se numa ilha isolada e os sobreviventes passam por uma série de peripécias até serem salvos.
A máquina voadora
A caminho da praia Los Frailes, com o mar a acompanhar-nos
Ainda a caminho (como sempre tudo demora muito tempo neste país!)
Los Frailes, vista panorâmica
Areia...
e água - eternos aliados das crianças
Puerto Lopez - chegada dos barcos de pesca
Construções na areia em Puerto Lopez, com ajuda da R
No caminho de regresso... praia envolta numa neblina quase misteriosa
Megulho C
Mergulho M
M ostentando os seus óculos de mergulhar oferecidos pelo pai e que a par da chucha e da ovelha de dormir, são um dos seus objectos de culto
(até já os levou postos para o restaurante!)
(até já os levou postos para o restaurante!)
Posto isto, ver o mar, ouvir as ondas, por si só já é motivo de felicidade para qualquer português do litoral. Olhar para aquele azul interminável aplaca-nos a alma, tranquiliza-nos e faz-nos sentir em casa. Por outro lado, que saudades do cheiro de nosso mar, de chegar à Ericeira e o mar entrar por nós a dentro.
Ao regressar a casa, fomos presenteados com uma noite de vómitos e uma ida ao pediatra no dia seguinte. É o que dá dizer mal de terra alheia! Lol!



