segunda-feira, 2 de maio de 2011

"It's just another manic Monday!"

Hoje de manhã fez-me lembrar os primeiros dias que passámos nesta casa, esperando  e desesperando por técnicos de várias áreas, para arranjar diversas coisas que não estavam nas condições adequadas.
No jardim estava o jardineiro terminando de podar as árvores, trabalho iniciado pelo P ontem à tarde, mas que devido à necessidade de uma poda radical, não conseguiu terminá-lo. Eram tantos ou tão poucos ramos e troncos que o jardineiro teve de pedir ajuda a um senhor para carregar tudo numa camioneta, que encheu por duas vezes. Claro que a meio da manhã o senhor foi chamado para outra coisa e só perto das cinco da tarde veio terminar o trabalho.
Como a máquina de lavar roupa que temos alugada não lava muito bem, ou melhor, nada bem, pedi à empresa de aluguer que a trocasse por outra, ficaram de vir ao meio dia e não se atrasaram muito. Puseram-na a trabalhar e tudo funcionou bem, mas depois de sairem tentámos fazer um programa e tudo correu mal: o botão de ligar e desligar não funciona bem, a máquina enche -se e esvazia-se de água várias vezes sem que percebamos porquê e no final do ciclo a roupa fica encharcada. Amanhã está prevista a visita de um técnico para arranjar o botão de ligar e desligar da máquina de secar, que por vezes faz greve e não quer ligar-se, por isso vamos pedir-lhe que dê uma olhadela à máquina de lavar.
Entretanto temos a máquina da loiça avariada há duas semanas e estamos à espera da visita do técnico, que levou a peça avariada para arranjar e prometeu vir hoje à tarde (mas não veio) ou amanhã de manhã. Já me disse, contudo que, se a peça não funcionar, terá de mandar vir uma nova do Canadá, o que deve demorar cerca de dois meses.
Para terminar, um reboque ficou de vir buscar o carro do P esta manhã depois do susto de sexta-feira, em que fiquei sem travões a descer de Quito para Cumbaya. Curiosamente não foi há muito tempo que o carro foi à revisão e o incidente prendeu-se com uma fuga que originou a perde do óleo de travões! Completamente em pânico, optei por continuar a andar e consegui chegar ilesa a casa, muito devagar, com a mão no travão de mão e deixando uma distância muito grande do carro da frente, pois o medo de ter um acidente foi suplantado pelo medo de ficar parada em plena via rápida, sem berma para estacionar, à espera de um táxi. Das duas uma, ou batiam no carro (tendo em conta a condução local) ou quando eu me fosse embora provavelmente rouba-lo-íam! Não sei, a verdade é que voltar para casa pareceu-me na altura  a melhor decisão. Enfim, o reboque veio, levou o carro e agora há que esperar que resolvam o problema.
It's just another manic Monday, yeh, yeh!

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