Ontem à noite uma estrela brilhou no noite de Quito. Ana Moura, fadista bem portuguesa cantou no Teatro Nacional Sucre, perante uma plateia rendida a seus pés. A voz, a interpretação, as guitarras, mas sobretudo a portuguesa, as letras e a música tocaram os presentes. Eu que adoro ouvi-la e faço dela presença constante nas minhas viagens de carro, não poderia pedir mais. Foi uma noite encantada, de muita emoção e orgulho em ser portuguesa.
Esta manhã uma estrela subiu ao céu, o meu tio J L já não está entre nós e segundo a teoria de uma prima muito querida, há-de estar em algum lugar no universo onde todos nos encontraremos um dia. Sabemos que a nossa vida é assim, mas custa sempre despedirmo-nos, especialmente quando estamos longe e não podemos consolar os que, tal como nós, vão guardá-lo no coração.
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