Ontem fomos despedir-nos dos meus pais ao aeroporto, depois de dezoito dias intensos - passeámos bastante e o mais importante, passámos muito tempo juntos. Costuma-se dizer que o que é bom acaba depressa, mas apesar do vazio que a sua partida deixou, o que é bom não acabou, pois vamos estar sempre juntos, quer estejamos perto ou longe.
Esta é a parte mais melancólica da coisa, falemos antes de todas as experiências vividas. Falemos de como também eles se sentiram bem-vindos, falemos da simpatia das gentes, da loucura do trânsito, dos milhares de cabos eléctricos pendurados pela cidade e que deixam um europeu boquiaberto, dos quadros elétricos que estão nas paredes exteriores das casas sem qualquer espécie de protecção, da travessia de barco entre duas das ilhas dos Galápagos em que chegámos a pensar, durante as longas duas horas e meia que demorou, que o barco e nós poderíamos não chegar ao nosso destino, dos animais fantásticos que vimos, realçando as tartarugas gigantes, as focas ou lobos marinhos, os pinguins, os pelicanos e os piqueros de patas azuis, falemos das dezenas de refeições deliciosas que partilhámos por este Equador, do fim de semana na floresta nebulada e tropical, da adrenalina da tirolesa, enfim... ilustremos tudo o que vivemos com fotos.
A foto da praxe na Mitad del Mundo
No topo do teleférico de Quito com o vulcão Pichincha ao fundo à direita
Cascata de San Rafael com brinde: arco-íris
Na floresta tropical, em Araschá, pescando
Araschá - vegetação luxuriante
Em Mindo, tudo a postos para a tirolesa
Chegada triunfante depois de deslizar pelo cabo a 150m de altura
Comité de boas vindas - Ilhas Galápagos
O oceano Pacífico e os seus tons de azul
Praia Concha de Perla com a companhia de uma foca
P e o pinguim
Preparativos para o snorkel
A trupe com o tio R (um braileiro que fazia parte do nosso tour) e uma tartaruga gigante
Fica prometido um relato mais extenso sobre a viagem às Galápagos, repleto de fotografias, para aguçar o apetite.
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