segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Vida escolar

Sexta-feira recebemos a avaliação da C, relativa ao primeiro semestre de aulas. A avaliação é de 1 a 4, sendo que o 1 significa que o aluno está abaixo das expectativas do nível em questão; o 2 reflecte um aluno que está aproximar-se das expectativas do nível; o 3 é atribuído ao aluno que está dentro das expectativas do nível; e o 4 a alguém que excede as expectativas do nível. Os alunos são avaliados em em diversas áreas dentro de cada unidade de estudo, pelo que consiste numa avaliação exaustiva e detalhada. Resumindo, a C está dentro das expectativas do nível na grande maioria dos itens, excede as expectativas em algumas áreas e ao nível da escrita parece que tem poucas ideias, escreve quase sempre sobre o mesmo, a irmã e a cadela. Ainda não percebi se por preguiça ou por não querer arriscar muito, saindo da sua zona de conforto. De qualquer forma há que trabalhar nessa área.
Hoje a escola comemora o centésimo dia de aulas, pelo que eu e outras mães fomos ajudar na celebração do mesmo. Os alunos tinham de realizar dez vezes dez actividades diferentes, perfazendo o número cem. Algumas actividades eram mais de nível cognitivo, outras mais físicas, mas a pequenada adorou e as mães também!
A M também gosta muito da escola,mas fica muito ansiosa na hora do lanche e frequentemente recusa-se a comer, o que me deixa preocupada pois quando assim é, não come nada desde as 7:30 até às 12:30. Hoje apesar de ter dito que não queria comer, lá acabou por petiscar qualquer coisa. Parece-me que ela pensa que se comer na escola eu não a vou buscar para almoçar em casa... não sei, ainda não percebi muito bem!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Aparições

Esta noite a minha querida avó A apareceu-me num sonho. Adoro quando isso acontece, pois permiteme estar novamente com ela, nem que seja apenas por um bocadinho.
Como em muitos sonhos, as coisas nem sempre fazem sentido, apenas nos dão um prazer enorme e nos enchem de felicidade. Neste, os meus pais e os meus avós paternos chegaram a nossa casa de carro, como tantas vezes aconteceu no passado, os quatro juntos. Só que a minha casa desta vez era um pouco desta casa, com alguns pormenores das casas típicas de madeira nas montanhas da Suiça. Lembro-me de lhes perguntar muito espantada "Vocês vieram até aqui de carro?!", o que terá correspondido a um momento de lucidez, pois como poderiam viajar de carro de Lisboa a Quito? Quando olhei para dentro do carro e vi a minha avó corri para ela e enchia-a de beijos, muitos, muitos, muitos. Ao colo da minha avó estavam dois bebés, a C e a M, embrulhadas em mantas, muito enroscadinhas naquele colo ternurento. Fui acordada pela M que me chamou a plenos pulmões.
Fiquei com pena de não poder estar com a minha avó mais um pouco no sonho, mas por outro lado, hoje tem passado o dia no meu pensamento e, claro, fico ansiosamente à espera da próxima aparição.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Back to business

Depois de três anos e oito meses estou de volta a uma sala de aula, na função de professora!
Ontem de manha entreguei o meu Curriculum Vitae e a respectiva carta de apresentação na escola das pequenas e com a ajuda da minha amiga V M, responsável pela admissão dos alunos, que falou com a directora de Recursos Humanos, fui chamada para uma substituição para a manhã de hoje. Fantástico como tudo funciona tão bem com a ajuda certa!
Na verdade hoje a tarefa é bem fácil, pois o primeiro bloco é um grupo de estudo e o segundo uma aula de design gráfico de computadores, os alunos sabem o que tem de fazer e a mim resta-me supervisioná-los e actualizar o blog!
Estou neste momento em plena sala de aula, com inglês e espanhol como barulho de fundo e acessso à internet.
Resta referir que vou enriquecer, pois pagam-me por toda a manhã menos do que o IEFP me pagava por hora e já então era mal pago!

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Final feliz e feliz começo

Depois de uma semana de grande dedicação ao ginásio, que me deixou com a sensação de rejuvenescimento, apesar das dores sobretudo abdominais que teimam en não me abandonar, nada poderia ter sido melhor que terminá-la em grande.
Assim, na 6ª Feira de manhã assisti à cerimónia de entrega do diploma de PYP-VIP à C. Que orgulho, em pleno palco do auditório da escola a directora foi chamando cada um dos alunos que durante este mês haviam sido escolhidos, entregando-lhes o diploma, um crachá e lendo a mensagem escrita pelos respectivos professores dando conta da razão pela qual cada aluno se havia destacado. Um auditório cheio de pais babados.
No Sábado de madrugada o P regressou de uma viagem de quatro dias a Punta Cana (... sim, incluiu idas à praia). É sempre bom voltarmos a estar todos juntos.
No Domingo churrascada muito relaxed em casa de amigos. Boa companhia, boa comida e as crianças divertiram-se imenso.
Nova semana e nada melhor que uma entrevista de emprego no dito instituto de línguas para começar o dia. Correu bem, mas penso que a minha limitação horária poderá ser um problema, uma vez que só estou disponível entre as 8:30 e as 11:30. De qualquer forma foi bom saber que a minha experiência de trabalho é interessante e variada!
Amanhã vou candidatar-me a professora de substituição na escola da C e da M. Seria uma situação muito conveniente, pois evitaria deslocações, para além das minhas três idas e vindas diárias a Quito e sempre seria mais estimulante do que o Business English que iria ensinar no Inlingua, caso ficasse com o lugar.
Vamos aguardar o desenrolar da história!

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Regressos

Depois de três anos sem me preocupar muito com isso, ontem fiz uma busca na Internet à procura de algo para fazer que inclua pagamento ao fim do mês, agora que a pequena M está na escolinha de manhã. Resultado: fiz uma pré-inscrição no próximo curso intensivo para formadores a realizar em Quito, na Helen Doron - English for Young Children e depois de navegar no site do Inlingua, descobri que estão à procura de um professor de Inglês para as primeiras horas da manhã e aproveitei para me candidatar à oferta. Não acredito que vá colher grandes frutos em relação à segunda opção, pois nos institutos de línguas preferem sempre nativos da língua, mas de qualquer forma sabe bem sentir aquela adrenalina quando estamos a escrever a carta de apresentação e a vender o nosso produto e ao mesmo tempo pensar "E se......?"
Esta manhã, outro regresso histórico. Depois de sete anos sem pisar um ginásio (eu que fiz desporto a minha vida inteira!) passei uma hora e meia a pedalar, andar, fazer abdominais, etc. Que sensação óptima quando forçamos os nossos limites e sentimos os diferentes músculos a trabalhar. Claro que agora continuo a sentir vários músculos no meu corpo, mas a gritarem de dor! Amanhã há mais!
Acho que me vou "dondoquizar" e passar metade das manhãs no ginásio, até porque aqui os vencimentos são vergonhosos, lol!!!

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Prazeres

O grande Fernado Pessoa no seu poema Liberdade exclamava "Ai que prazer/(...) Ter um livro para ler/ e não o fazer!". Em algumas fases da minha vida senti exactamente o mesmo, mas neste momento, retiraria o último verso e apropriando-me das suas palavras diria:"Ai que prazer/ (...)Ter um livro para ler/"e podê-lo fazer!
Acabei de ler Caderneta de Cromos, do Nuno Markl, que foi uma barrigada de riso e por isso um grande prazer; e comecei a ler, num registo completamente diferente Comer, Orar, Amar, de Elizabeth Gilbert, que também está a ser um grande prazer.
O meu enamoramento por este livro começou há algum tempo atrás, quando assiti à entrevista feita por Oprah Winfrey à autora. Deixou-me curiosa e tentada a incluir a obra na minha lista de livros a comprar. Mas o tempo foi passando e nada.
Já aqui no Equador, vi num escaparate de uma livraria o referido livro, mas traduzido em Castelhano. Voltei a lembrar-me dele, mas não considerei comprá-lo na versão disponível. Entretanto o livro tornou-se num filme de grande sucesso, que eu tive a oportunidade de ver. Apesar de ter gostado do filme, continuei a achar que valeria a pena ler o livro e por isso incluí-o nos meus pedidos ao Pai Natal. E não é que as minhas preces foram ouvidas?! Recebi dois exemplares do livro, um na versão original em inglês e outro traduzido para português: não poderia ser melhor!
Comecei a lê-lo 6ª Feira à tarde e devorei literalmente a primeira parte dedicada ao prazer de comer, durante o fim de semana. Estou actualmente a apreciar a parte dedicada a orar e ansiosa pela última parte,dedicada a amar.
Não estando a passar de forma alguma por tudo o que fez a autora começar a viagem descrita no livro, quatro meses em Itália para se dedicar ao prazer de comer, quatro meses na Índia para orar e quatro meses em Bali, na Indonésia para amar, parece-me ser esta a grande viagem que todos fazemos, estes são três dos grandes prazeres da vida, comer, orar e amar.
Deleitar-nos nos prazeres da comida, apreciar cada ingrediente por si só ou no todo, agradecer da mesma forma um singelo peixe grelhado comido à beira mar ou o prato mais elaborado, servido num restaurante sofisticadíssimo. Para mim, é um grande prazer, como aliás se nota!
Orar, no sentido de nos descobrirmos a nós proprios, encontrarmos a nossa essência e compreendermos que a divindade reside em nós, também me parece uma grande viagem e um grande prazer.
Amar, e eu incluiría ser amado, consiste, para mim, no maior prazer de todos, é para isso que vivemos e é por isso que vivemos. Amar o P, as nossas filhas, os meus pais, a minha família, os meus amigos, é isso que mais me preenche e me realiza.
Apelo final: quem gostou do filme, leia o livro.
Nunca é possível encaixar em hora e meia ou duas horas de filme tudo o que um livro transmite, partilha, remete para, sobretudo nesta obra em que sentimos que estamos a ter uma longa conversa com uma amiga, que connosco partilha abertamente tudo o que experienciou nessa grande viagem de descoberta de prazer, paz e amor.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

É incrível, é mesmo do... Equador

Passam-se coisas quase inacreditáveis neste país.
Por exemplo, uns amigos contaram-nos que pouco depois de chegarem foram fazer as respectivas Cédulas, o equivalente ao nosso Cartão de Cidadão. Tinham dito aos filhos que seria um dia muito longo e aborrecido, mas era algo que tinham de fazer para poderem ficar no país. Depois de várias horas de espera, ficou concluído o porcesso do pai, da mãe, da filha, mas quando chegou a vez do filho e de centenas de outras pessoas, foram informados que os tinteiros para as impressoras haviam acabado e, por isso, teriam de voltar outro dia para poderem fazer as cédulas. Inacreditável!!! Claro que o pequeno fartou-se de chorar porque como era o único da família sem Cédula pensava que não poderia ficar no país. Apenas duas semanas depois foi possível fazer a Cédula em falta.
O carro que comprámos já há algum tempo, primeiro não teve matrícula durante algumas semanas e agora tem a matrícula impressa num papel, colada no vidro da frente e no vidro de trás há mais de um mês. Quem nos ajuda a tratar de todas as burocracias informou-nos que só em Março vai ser possível ter a matrícula propriamente dita uma vez que, de momento, não existe material para fazer as matrículas. Lindo, não é?!
Pela mesma razão tivemos de tratar da nossa carta de condução à pressa em Dezembro, pois parece que é normal no início do ano não haver o papel onde são impressas as cartas de condução. Aparentemente só em Março volta tudo à normalidade. Se não o tivessemos feito de imediato em Dezembro, quando recebemos o visto de residência, agora não poderíamos conduzir até Março, pois a nossa carta de condução internacional já não é válida.
Será que as entidades responsáveis ainda não perceberam que andam a calcular muito por baixo o material necessário? Ou será que algo mais sórdido se passa?
É incrível, é mesmo do outro mundo ou então deste mundo!

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Uma solarenga tarde de Janeiro

Os últimos três dias têm sido de muito sol, com temperaturas a rondar os 25 - 27 graus, desde meio da manhã até meio da tarde.
Hoje como o P saiu mais cedo, aproveitámos e fomos até à piscina do clube.
Adoro este Inverno.





terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Uau!

A nossa C foi escolhida para PYP-VIP, ou seja, Primary Years Program - Very Important Person, na categoria de Knowledgeable, alguém que tem curiosidade em aprender e está empenhado na aprendizagem para a vida inteira (segundo os critérios definidos pela escola).
A cada duas semanas um aluno da turma é escolhido para PYP-VIP, em categorias diferentes. O que eu considero fantástico (para além da escolha da C, claro) é a forma como a família é convidada a participar na celebração dessas duas semanas em que o aluno está em destaque. Assim, no primeiro dia a C levou um cartaz feito por nós em casa, cujo tema era All About Me (Tudo acerca de mim), em que, através de fotos e respectivas legendas tentámos descrever o que têm sido estes 7 anos de vida. Também foi solicitado que levasse para a escola um dos seus livros preferidos, que foi lido pela professora na sala de aula; um objecto que tivesse sido construído pela aluna recentemente ou no passado, pelo que a C decidiu levar um interessante instrumento de cordas que construiu com uma tampa de uma caixa de sapatos e elásticos, decorado com duas bandeiras de Portugal e vários autocolantes de cães e gatos. Amanhã irei ensinar a turma a construir un "Quantos queres", pois também foi solicitado que um parente ensinasse a turma a fazer algo. Desta forma todos participam.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Agradecimentos

Obrigada aos amigos que ofereceram ao P o livro do Nuno Markl, Caderneta de Cromos, tenho-me literalmente escangalhado a rir sozinha enquanto leio. É fantástico como me revejo em praticamente tudo, acho que sou mesmo um cromo dos anos 80!
Além disso, quando viviamos em Portugal eramos fãs da Rádio Comercial e não perdiamos o programa da manhã com os míticos Pedro Ribeiro, Nuno Markl, Maria de Vasconcelos, Malato, etc. Lembro-me inclusivamente de, numa das imensas e longas viagens de carro, de ou para o trabalho, em que a C, que na altura teria entre dois e três anos, terá dito um disparate qualquer e eu ter-lhe-ei perguntado" Onde é que ouviste isso?"; ao que ela respondeu "Na Rádio Comercial!".
Agora não podemos acompanhar em directo (direto, segundo o novo acordo lol) as loucuras matinais desses senhores, pois aqui é de madrugada, mas sabe muito bem acompanhá-las em diferido por escrito.
Também não posso deixar de agradecer aos amigos S e Z, que no seu casamento em 2005, ofereceram aos convidados um CD com uma selecção de canções que faziam parte da sua história. Esse CD tem-me acompanhado ao longo dos anos, pois muitas das músicas seleccionadas também me dizem muito. É um dos CDs que viaja comigo de carro e do qual não só eu, como também a C e a M são grandes fãs. Por vezes é possível ouvir-nos a "gritar" canções como "A Gente vai Continuar" do Jorge Palma ou "Palavras ao Vento", de Cássia Eller.
Claro que tenho de ir alternando com Cds como "Panda Vai à Escola", "Fantasminha Brincalhão" ou ainda "Serafim e Companhia"

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Adaptação à escola

Dia 1 - a coisa não correu nada bem, essencialmente berrou durante uma hora e meia!
Mais tarde, já em casa, disse-me que um menino estava a brincar com plasticina, outros pintavam. Quando lhe perguntei por que razão não se juntou aos meninos a fazer as coisas que tanto gosta, respondeu-me que tinha medo. Prometeu que amanhã será uma valente.
Dia 2 - já correu um pouco melhor, chorou apenas quando a mamã se despediu. No regresso a casa contou-me que brincara com uns bombeiros. Segundo as professoras esteve sobretudo a observar.
Dia 3 - ainda no carro disse-me: "queo ir pa caja, dá-me a chaves e eu vou a conduji, o pai já ensinou-me", imagine-se! Contudo, apesar de ter chorado bastante ao despedir-se da mamã, participou em algumas actividades e integrou-se um pouco mais. Estamos no caminho certo.
Dia 4 - hoje foi de facto o primeiro dia de escola a sério para a M. Ficou a manhã toda, participou em todas as actividades, brincou, lanchou e qaundo a fui buscar estava a pintar com a sua cor preferida Benfica, isto é, vermelho, e recebeu-me de braços abertos e um grande sorriso. Way to go, girl!!!

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Estamos de volta

Depois de 16 dias de Portugal, que sabem sempre a pouco, estamos de volta a Quito.
Foram duas semanas muitos intensas com algumas estreias para as pequenas.
Primeira ida ao cinema da M, no dia do seu aniversário, momentos de riso e alegria e outros de pânico em que se ouvia numa sala às escuras uma vozinha que gritava "Queo ir pa casa!", quando aparecia a bruxa má.
Ida ao circo com direito a leões, cavalos, camelos, tigres, trapezistas, ilusionistas, palhaços - já as tínhamos levado ao circo, em Basileia, mas como era um circo amador, cujos protagonistas eram crianças e jovens, desta vez o impacto foi diferente... adoraram!
Natal em família, com direito a Pai Natal no meio de um corte de luz (estratagema adoptado pelos adultos da família para que a fantasia se prolongue mais um ano pelo menos).
Festa das princesas para comemorar o terceiro aniversário da M. Na festa reunimos não só a família e os amigos de Portugal que já há muito tempo fazem parte das nossas vidas, mas também amigos mais recentes que começaram a fazer parte das nossas vidas na Suiça. Tal como eu tinha dito à C há uns meses atrás, Portugal é para onde todos voltamos e onde todos nos reencontramos.



Cumprida a primeira semana, estávamos bem cansados mas de coração cheio de mimos e abraços de todos os que partilharam estes dias connosco.
A segunda semana foi mais calminha, ficámos mais por casa, o P jardinando e as catraias dando uma ajudinha de vez em quando ou nem por isso!
Depressa chegou o Ano Novo, despedimo-nos de 2010 em família e demos as boas vindas ao novo ano entre família e amigos.
No dia seguinte iniciámos a longa viagem de regresso. Digo longa pois, para começar bem, no aeroporto de Lisboa o voo atrasou cerca de três horas e meia e em Guayaquil quase duas horas, por isso desta vez passámos mesmo um dia inteiro a viajar.
Confesso que também foi bom regressar, tudo aqui já é familiar e neste momento esta também é a nossa casa, a nossa vida é aqui. O que não quer dizer que às vezes não custe.
Tal como Basileia, Quito também já faz parte de nós.
Hoje retomámos as nossas rotinas, escola, trabalho, supermercado, mas há uma novidade: amanhã será dia de mais uma estreia, a M vai começar a escolinha. Ficou radiante quando lhe deram o uniforme (apesar das cores, laranja e azul!), mal chegámos a casa quis logo vesti-lo e ainda não o despiu. Vai levar a lancheira vermelha da Minnie que os avós lhe ofereceram e está entusiasmada.




Eu estou com um nó na barriga, ansiosa, receosa... afinal de contas a minha bebé está mesmo a ficar crescida. A directora dizia-me esta manhã que EU terei de ser forte, pois ela vai ficar bem. Vamos ver como corre.