Depois de uma boa noite de sono, já recuperados de uma semana em que não parámos um minuto, no Sábado metemos pernas ao caminho e fomos até à zona de Otavalo, onde visitámos as cascatas de Peguche, a lagoa de Cuicocha, dentro da cratera de um vulcão, almoçamos numa hacienda e regateámos alguns recuerdos no mercado artesanal.
Cascatas de Peguche
A representação masculina do grupo, lol
Ponte suspensa
Almoço na Hacienda de San Isidro
No pátio da Hacienda, com o gato sempre por perto
Lagoa de Cuicocha
Passeio de barco na lagoa
No Domingo... Quilotoa. Outra lagoa dentro da cratera de um vulcão, com água de um azul intenso, quase turquesa. Descemos até à lagoa numa dura caminhada, cheia de escorregadelas e muito pó. Para subir recorremos novamente aos cavalos e foi uma aventura, pois parece que vão escorregar a qualquer momento ou cair pela ravina.
Segunda-feira, para relaxar, termas de Papallacta. Chuveu a potes, mas como estavamos dentro de água muuuito quente, as várias horas de molho souberam mesmo bem!
E por fim... a Amazónia! Desta vez fomos explorar a zona de Tena. Visitámos centros de resgate de animais, onde pudemos ver diferentes espécies de fauna e flora, com a ajuda de guias super interessantes; visitámos uma comunidade indígena que nos mostrou como se faz a famosa Chicha (bebida energética muito apreciada pelos indígenas), dançou e cantou para nós e por um dólar era possível fazer uma limpeza espiritual com o Chaman (curandeiro).
Zoo El Arca, sob um túnel de bambu
Na canoa que nos levou pelo rio até à comunidade indígena
Provando a Chicha
A M com um tucano
Quem quisesse podia tirar uma foto com a bichana, mas nenhum de nós aproveitou a oportunidade!
As indígenas que nos receberam
O Chamam a fazer uma limpeza a uma bebé. Curiosamente, em vez de fumar umas ervas alucinogéneas, fumava um comum cigarro!
A piscina do hotel, antes de cair a noite por completo
Durante uma caminhada na selva, dirigindo-nos a uma gruta onde há um templo cerimonial ancestral, a M com a sua coroa de fetos, feita pela tia S
Depois da floresta tropical, fomos até à floresta nublada - Mindo. Apesar de termos de fazer um desvio, devido a um enorme deslizamento de terra que bloqueou a habitual rota, valeu bem a pena a hora a mais que demorámos a chegar. Mindo é sinónimo de beleza natural, muitos colibris, rappel e um mariposário deslumbrante.
Mindo Lago revisited
A persistência da C deu frutos, depois de inúmeras tentativas conseguiu capturar os colibris
Os primos numa das suas actividades de eleição: andar de barco no lago
Todos a postos para o rappel, uns mais sorridentes, outros mais apreensivos!
Uma versão mais soft... em vez de voarmos pendurados num cabo, voámos numa espécie de cabine de teleférico
No mariposário, deslumbrados pelas inúmeras borboletas
E assim terminaram duas semanas de muitos bons momentos em família, muita brincadeira, muita aventura!
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